As exportações de carne bovina do país alcançaram 278 mil toneladas e renderam US$ 1,416 bilhão em janeiro, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos. Em relação ao mesmo mês de 2025, o volume – que inclui carne bovina in natura e industrializada, além de subprodutos – cresceu 16,4% e a receita foi 37,9% superior.
A China permaneceu como principal destino dos embarques, com compras que atingiram 120 mil toneladas (+31,6%), ou US$ 650,3 milhões (+44,9%). Em decorrência de salvaguardas impostas por Pequim, o Brasil só poderá exportar ao país asiático em 2026 1,1 milhão de toneladas sem a incidência de uma tarifa adicional de 55%. De acordo com a Abrafrigo, essa taxa poderá até inviabilizar as vendas de volumes acima da cota.
Os Estados Unidos vieram em seguida, com forte recuperação das compras depois da exclusão da carne bovina do tarifaço imposto pelo governo Trump em agosto do ano passado. Os americanos importaram, no total, US$ 193,7 milhões, com incremento de 39,4% em relação a janeiro de 2025. Já a receita das exportações totais para a União Europeia avançou 26,4%, para US$ 84,9 milhões.
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