O Ministério da Agricultura informou que foram liberados no país 162 produtos classificados como bioinsumos em 2025, um recorde até agora. O número inclui biológicos, microbiológicos, bioquímicos, extratos vegetais, reguladores de crescimento e semioquímicos, inclusive para uso na agricultura orgânica.
A Pasta destacou, ainda, que também foram concedidos registros para um ingrediente ativo de origem química inédito, além de 101 produtos equivalentes ou genéricos. “Ao todo, o Brasil encerrou 2025 com 912 registros concedidos, sendo 323 produtos técnicos, categoria destinada exclusivamente ao uso industrial, sem comercialização direta ao agricultor”.
Segundo o ministério, esse universo envolve o registro de seis novos produtos técnicos inéditos e 19 produtos formulados à base de ingrediente ativo novo. “A introdução de ingredientes ativos novos no mercado brasileiro representa um avanço estratégico para o fortalecimento da defesa fitossanitária e da competitividade agrícola”, pontuou.
“Diferentemente dos produtos equivalentes ou genéricos, essas novas moléculas ampliam os modos de ação disponíveis, fortalecem o manejo integrado de pragas e doenças, reduzem riscos de resistência e incorporam tecnologias mais modernas”, concluiu a Pasta.
Além do Ministério da Agricultura, o processo de registro de agrotóxicos no Brasil envolve a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
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