A norueguesa Yara, líder global no segmento de fertilizantes, a holandesa JDE Peet’s, uma das maiores empresas de café do mundo, e a Olam Food Ingredients (ofi), com sede em Cingapura, assinaram um acordo para promover práticas sustentáveis de manejo e também a descarbonização da produção de café conilon no Brasil.
Segundo as parceiras, o projeto será implantado em mais de duas dezenas de fazendas de conilon situadas no sul da Bahia e no Espírito Santo. Terá duração de duas safras, com início este ano. “A iniciativa visa reduzir a pegada de carbono do cultivo por meio do uso de fertilizantes de baixa emissão, da adoção de práticas agronômicas sustentáveis e da capacitação dos produtores”, destacaram as múltis, que arcarão com investimentos.
Com a maximização do uso de fertilizantes e o aprimoramento da fertirrigação e de técnicas pós-colheita, as companhias acreditam que a capacidades dos cafezais também poderá ser ampliada em até 7,6 sacas de 60 quilos por hectare, conferindo maior rentabiliadade aos produtores de café conilon.
Com capacitação, assistência e o uso de fertilizantes de baixa emissão, a Yara calcula que a pegada de carbono do grão de café pode diminuir até 40% em relação a sistemas que utilizam adubos tradicionais.
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