As exportações de carne suína do país continuam aquecidas, e em outubro alcançaram as segundas melhores marcas mensais da história em volume e em valor. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), os embarques chegaram a 144 mil toneladas, 10,1% mais que no mesmo mês de 2024, e renderam US$ 343,6 milhões, um aumento de 9,7% na comparação.
Mais uma vez as Filipinas foram o principal destino das vendas, com compras que atingiram 46,3 mil toneladas em outubro, em alta de 21% ante um ano antes. Em seguida vieram Japão, com 10,7 mil toneladas (+5,9%), México, com 10,05 mil toneladas (+27,1%), China, com 10,03 mil toneladas (-47,6%), Hong Kong, com 8,4 mil toneladas (-1,3%), Chile, com 7,8 mil toneladas (-17,8%) e Vietnã, com 7 mil toneladas (+21,4%).
“Temos visto um forte incremento da capilaridade das exportações de carne suína, com importantes mercados mundiais ganhando mais representatividade dentre os destinos dos embarques brasileiros, como é o caso do Japão e do México. Os resultados alcançados até aqui consolidam a projeção de crescimento traçada pelo setor para o ano de 2025, com perspectivas positivas que deverão se seguir até o próximo ano”, diz o presidente da ABPA, Ricardo Santin, em nota.
De janeiro a outubro, os embarques de carne suína do Brasil somaram 1,266 milhão de toneladas, volume 12,9% superior ao registrado em igual intervalo do ano passado. A receita acumulada das vendas cresceu 22,7%, graças ao incremento dos preços praticados, e alcançou US$ 3,046 bilhões.
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