As exportações de genética avícola do país, que incluem pintos de um dia e ovos férteis, somaram 27,2 mil toneladas e renderam US$ 238,2 milhões em 2024, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em relação a 2023, o volume cresceu 2,8%, mas a receita recuou 0,8%, em virtude da queda dos preços médios, embora dezembro tenha sido um mês de recuperação.
Segundo a ABPA, o México voltou a ser o principal destino das exportações do segmento no ano passado, mesmo com uma queda de 30,6% no volume comprado, que totalizou 9,4 mil toneladas. Em seguida vieram Senegal (4,6 mil toneladas), Venezuela (3,9 mil), África do Sul (3,5 mil) e Paraguai (2,6 mil).
“Graças ao status sanitário brasileiro, o setor de genética avícola vem apoiando países que enfrentaram situações sanitárias ou que estão recompondo seus plantéis com genética de alta qualidade”, afirma Ricardo Santin, presidente da ABPA, em nota. Problema em muitos países produtores e exportadores, a influenza aviária ainda não foi registrada em granjas comerciais no Brasil.
Se a doença permanecer longe do país, são boas as perspectivas para as exportações brasileiras de genética avícola em 2025, segundo a ABPA.
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