Os abates de bovinos somaram 10,4 milhões de cabeças no segundo trimestre deste ano no país, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao primeiro trimestre, houve crescimento de 5,4%, e na comparação com o segundo trimestre de 2024, avanço de 3,3%. A oferta de animais, portanto, permaneceu elevada, o que beneficiou os negócios dos frigoríficos, mas a tendência é de arrefecimento neste segundo semestre.
De acordo com os resultados preliminares informados pelo IBGE, os abates de suínos e frangos também permaneceram aquecidos. Os de suínos alcançaram 14,87 milhões de cabeças entre abril e junho, com incrementos de 3,8% ante o primeiro trimestre e de 1,6% sobre o segundo trimestre de 2024, enquanto os de frangos chegaram a 1,64 bilhão de cabeças, mesmo patamar observado de janeiro a março e com aumento de 1,1% em relação ao segundo trimestre do ano passado.
No caso da aquisição de leite cru por parte de laticínios com inspeção sanitária federal, estadual ou municipal, o IBGE indicou que o volume atingiu 6,5 bilhões de litros no segundo trimestre, com altas de 0,1% ante o primeiro trimestre e de 9,3% na comparação com o intervalo entre abril e junho de 2024. A produção de ovos de galinha (1,22 bilhão de dúzias) também cresceu – 1,6% e 4%, respectivamente -, e o recebimento de couro cru pelos curtumes que trabalham com pelo menos 5 mil peças inteiras por ano somou 10,55 milhões de peças, 1,9% menos que no primeiro trimestre mas 2,6% mais que no segundo trimestre do ano passado.
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